segunda-feira, maio 31, 2010

Notícias da Net

Essa semana quando estava navegando e lendo algumas nóticias, achei algo super interessante e que se aplica a proposta do blog. Podemos ver o quanto a engenharia é importante e peça fundamental no desenvolvimento de novas tecnologias. Neste caso em especial, se trata da área automobilísta aliada ao conceito ecológico. O que deve ser de interesse de toda população, já que estamos falando de fontes renováveis e impacto ambiental. O restante fica por conta dos apaixonados por carro e por tecnologia.

Confira...

Carro ecológico da Fiat.

Tecnologia ecológica no carro FCCII apresentado pela FIAT no Salão do Automóvel

O carro FCCII com capô de fibras naturais e fontes renováveis foi lançado no 25º Salão do Automóvel.

A Mueller apresentou na 25ª edição do Salão do Automóvel, peças desenvolvidas exclusivamente para Fiat Automóveis com o conceito totalmente ecológico. Com esta tecnologia, a Fiat apresentou durante o evento, o FCCII com peças criadas em parceira com a Mueller, que empregam novos materiais obtidos de fontes renováveis e de menor impacto no final de vida do produto.

Exemplo disso é o capô com fibras naturais de fontes renováveis foi projetado pela Mueller para atender às necessidades da montadora, promovendo menor impacto ao meio ambiente, além de utilizar a nanotecnologia para fazer peças mais leves e resistentes. “Este conceito é o ponto de partida para a adoção de novas soluções de mobilidade com materiais alternativos, condizentes com a filosofia de máxima reciclabilidade”, enfatiza Esther Faingold, CEO da companhia.

Segundo André Sakata do Centro Tecnológico da Mueller, também foi desenvolvida para Fiat peças estruturais e de fixação, que utilizaram como matéria-prima principal nanotubos de carbono e nanocompósito de poliamida. “A inovação tecnológica deste projeto está no fato de ser uma peça funcional com matéria-prima de ponta”.

A Mueller tem expertise em diversos materiais, principalmente os desenvolvidos com fibra de sisal. “Fizemos alguns estudos de caso preliminares em peças menores para avaliar a melhor concentração e condições de processo para produção das peças, além da questão visual”, diz Sakata. “Desenvolvemos um dispositivo para teste das peçasestruturais, simulando a condição de carga”. Estas aplicações podem abrir espaço para outras aplicações estruturais para os materiais plásticos, além da substituição de algumas cargas inorgânicas por cargas renováveis e do desenvolvimento de cadeias produtivas específicas.












Fonte: http://www.mecanicaonline.com.br

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